Psicopatia
Em geral, a psicopatia caracteriza-se por insensibilidade absoluta, crueldade,impulsividade, emoções superficiais e ausência de remorso para os atos cruéis. Falta ao psicopata, empatia para com as pessoas à sua volta. Os psicopatas são manipuladores e em geral, por causa da impulsividade, tendem a envolver-se em atividades criminosas. A impulsividade é um traço preponderante e até mesmo definidor da psicopatia. Psicopatas não aprendem com as punições e nem com a experiência e, por essa razão, são encontrados mais facilmente entre os marginais aprisionados.
Mas a grande maioria dos psicopatas não está atrás das grades e sim, vivendo de forma comum, sem nunca terem passado por uma delegacia. Eles casam-se e tem filhos que serão pessoas problemáticas porque nós sabemos hoje, que o ambiente tem um poder enorme sobre o desenvolvimento e rumos do psiquismo.
A psicopatia é uma doença mental que tem vários graus de severidade. Quando inteligentes, os psicopatas geralmente são persuasivos, carismáticos e podem induzir as pessoas à sua volta a fazer coisas que eles não querem ou não se sentem capazes de fazer. São indivíduos extremamente manipuladores. Psicopatas em geral são mentirosos, mas, não aceitam quando a mentira é aplicada a eles e por isso, exigem fidelidade e verdade daqueles com quem se relacionam.
São muito preocupados consigo próprios. Outra característica dos psicopatas é que não fazem planos a longo prazo e também não assumem a responsabilidade por suas ações. Mas essa descrição é estabelecida para psicopatas do sexo masculino. Vários grupos de pesquisa compostos por psicólogos e psiquiatras americanos têm se dedicado a estudar a psicopatia no sexo feminino. Em geral os estudos estão sendo feito em prisões femininas com mulheres que matam e agridem freqüentemente.
As conclusões atuais mostram que a psicopatia severa entre mulheres é muito rara. O número de mulheres psicopatas pode ser previsto como sendo um terço daqueles números prevalentes entre homens e que, por sua vez, correspondem a 2 ou 3% da população geral. Os profissionais chegaram às seguintes conclusões provisórias com relação à psicopatia feminina: Os sintomas iniciais em geral, surgem já no inicio da vida.